Em caso de peso excessivo que ultrapasse o limite considerado razoável para cada individuo, justifica-se sob um ponto de vista salutar, uma cura de emagrecimento.
Mas a maior parte das pessoas que pretendem emagrecer não sabe o suficiente para ajuizar que tipo de cura lhe convém e julgam que emagrecer é uma operação simples e sem grande importância para a saúde.
Pois bem. Emagrecer é uma operação difícil, extremamente delicada e complexa.
Emagrecer não é apenas libertarmo-nos de 3ou 4 quilos. É algo de mais profundo. O emagrecimento feito sem certos cuidados, pode perturbar seriamente o ponto de equilíbrio da n/ saúde e então toda a economia orgânica se modifica.
Em primeiro lugar para que o emagrecimento seja atingido, torna-se necessário agir sobre as causas do excesso de peso.
Depois adoptar métodos adequados às causas dos quais certamente dos mais acessíveis são a alteração da dieta alimentar e a prática do exercício físico.
Relativamente a dietas, podemos dizer que há centenas de fórmulas, todas elas com algo de verdade, mas efectivamente não há uma fórmula que dê para todos. A dieta, deve ser estudada para cada caso. É por esta razão que se deve consultar um técnico especializado em nutrição, para que não se caia na grave asneira de adoptar a dieta do amigo do lado.
Depois cada um deve aperfeiçoar a sua própria dieta com a ajuda do mesmo nutricionista orientador.
Depois, o exercício físico é das melhores soluções para um emagrecimento salutar e cientifico. Desde que o exercício seja adequado às capacidades de cada um.
Coadjuvantes serão ainda técnicas fisioterápicas como a sauna, o banho turco e a massagem de emagrecimento, que para além disso ajudam a desintoxicar e a revitalizar o organismo.
No entanto, neste mundo excessivamente economista, existem técnicas muito agressivas, capazes de alterar brutalmente o equilíbrio interno do nosso organismo e de provocar em poucas semanas perdas de peso espectacular. Essas técnicas baseiam-se, na maior parte das vezes na utilização de três categorias de medicamentos:
Os anorexigénios (que cortam o apetite).
Os extratos de tiróide (fazem perder músculos)
Os diuréticos (fazem perder água);
cujo consumo atinge proporções inquietantes.
No entanto estes medicamentos nunca deviam ser usados para emagrecer, não só porque podem provocar perturbações gravíssimas e irreversíveis, mas também porque, a longo prazo, acabam sempre por provocar um aumento de peso.
Tais tratamentos constituem uma verdadeira agressão para a saúde e que não se conseguem suportar muito tempo.
E a partir do momento que se pára o tratamento com esse produtos, começa-se a engordar, acabando por ficar com mais peso do que inicialmente, e talvez com alguns sérios problemas de rins, de nervos, sistema hormonal, etc., já não falando nos efeitos do «choque psicológico» ao constatar o insucesso. Os hospitais psiquiátricos que o digam.
Parece incrível mas é verdade. Brinca-se com a saúde e a vida duma forma irresponsável.
Voltando à realidade, o sistema saudável será controlar as causas, corrigir os maus hábitos, adoptar uma dieta individualizada e exercício adequado e fazer algumas técnicas fisioterápicas saudáveis.
Milagres… só às vezes. Por isso é preciso paciência, tempo, calma, mas determinação e auto crítica.
E sobretudo emagreça devagar.
E depois viva saudável e alegre!